
Tava ouvindo o Painkiller, do Judas Priest, e me lembrei de quando entrevistei K.K. Downing e Glenn Tipton para a Guitar Player. Isso foi há 10 anos, quando a banda veio ao Brasil promover o Nostradamus.
Meses antes de nos encontrarmos, tive um phoner com o Downing. Com tempo curto disponível, porém, o papo não rendeu. Por sugestão do próprio guitarrista, combinamos de concluir pessoalmente. Fiquei meio descrente de que fosse rolar, mas não é que ele se empenhou em esquematizar? Cara legal!
Já em São Paulo (no Credicard Hall), momentos antes do show, soube que também conversaria com o Tipton. Fiquei feliz da vida, pois teria um matéria completa. Seria um por vez, e foi com ele que iniciei os trabalhos.
O Tipton estava num saco-cheio colossal. Me deixou desconcertado com certa má vontade em algumas passagens, mas respondeu bem. Temi que o Downing também aparecesse daquele jeito. Porém, seu semblante simpático surgiu na porta, e o clima mudou rapidamente.
Bem-humorado e disposto, me atendeu com bastante interesse. Mesmo se perguntasse algo completamente idiota e sem nexo, me responderia numa boa. Agradeci por ter proporcionado que estivéssemos ali, e seguimos para o show – eu na plateia e ele no palco. Cara legal!
Uma resposta a “Judas Priest: diante de dois metal gods”
[…] coisa de tempo tem uma relação curiosa com o material. Quem me contou foi o K.K. Downing, numa entrevista que fizemos para a Guitar Player…. há mais de dez anos! (olha o tempo aí, de […]
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